"Podemos não estar de acordo com o que dizes mas lutamos para que o possas dizer"
segunda-feira, 8 de junho de 2009
NÚMERO DE MULHERES VÍTIMAS DE TRÁFICO ESTÁ A AUMENTAR
DIREITOS HUMANOS: AMNISTIA INTERNACIONAL ENCENOU TIANANMEN NO ROSSIO
Maria Teresa Nogueira, da secção portuguesa da AI, disse à Agência Lusa que a iniciativa se destina a "relembrar os acontecimentos aos portugueses e aos chineses e também ao governo português, para que quando fizer acordos comerciais com a China, se lembre dos direitos humanos".
Cerca de duas dezenas de "vítimas" vestiram-se de branco, com fitas brancas na cabeça, e meia dúzia de "carrascos" vestiram camisolas com estrelas vermelhas e empunharam metralhadoras "kalashnikov" de esferovite, que apontaram de forma ameaçadora aos "manifestantes".
GUANTANAMO: AMNISTIA SAUDOU ESFORÇOS DA UNIÃO EUROPEIA
terça-feira, 2 de junho de 2009
4 DE JUNHO DE 2009 - 20º ANIVERSÁRIO DO MASSACRE DE TIANANMEN
Nos primeiros meses de 1989 os estudantes universitários de Pequim começaram a mostrar a sua insatisfação perante a corrupção dos responsáveis chineses, exigindo reformas políticas e económicas. As suas revindicações suscitaram um apoio público crescente e a pouco e pouco começaram a ter lugar manifestações por toda a China. As autoridades não conseguiram deter este movimento e as tensões foram aumentando, principalmente em Pequim, até que em 20 de Maio foi imposta a lei marcial.Num relatório oficial divulgado no fim de Junho de 1989, as autoridades chinesas reconheciam que mais de 3.000 civis tinham sido feridos e que mais de 200, incluindo 36 estudantes, tinham morrido. Embora os números exactos sejam desconhecidos, há inúmeros indícios de que os dados oficiais são demasiadamente baixos.
Imediatamente após a repressão militar começou uma caça a todos aqueles que podessem ter estado envolvidos nas manifestações. Muitos civis foram detidos, torturados e enviados para prisões após julgamentos injustos, sob a acusação de delitos “contra-revolucionários”. As famílias foram perseguidas passando a esconder que familiares seus tinham sido mortos ou estavam presos na sequência das manifestações pró-democracia. Embora já sejam toleradas as expressões de luto por parte das Mães de Tiananmen, dezenas de pessoas continuam detidas desde essa ocasião, muitos estão exilados.
Tradução do apelo a enviar às autoridades
Presidente da Comissão Permanente doCongresso Nacional PopularWu Bangguo Weiyuanzhang
Senhor Presidente,
Há 20 anos, o Governo Chinês desencadeou em 3 e 4 de Junho uma operação militar contra manifestantes pacíficos que se encontravam na Praça Tiananmen e em seu redor, de que resultaram centenas de mortos e feridos. Reconhecendo que o governo Chinês fez significativos progressos desde então, particularmente nas áreas económica e dos direitos sociais e culturais, graves violações de direitos humanos como as ocorridas em Junho de 1989 não podem ficar sem resposta e deveriam ser reconhecidas se a China pretende pôr em prática os compromissos respeitantes aos direitos humanos que fez no recentemente divulgado Plano Nacional de Acção sobre Direitos Humanos.
Escrevo esta mensagem para instar a Comissão Permanente do Congresso Nacional Popular para que desencadeie um inquérito aberto e independente sobre os acontecimentos verificados em Junho de 1989. Continuar a calar as vozes que internamente apelam para que seja feita Justiça não se enquadra nos interesses de uma sociedade harmoniosa e não está de acordo com os objectivos estabelecidos no Plano de Acção do Governo Chinês.
Os poderes do Congresso Nacional Popular incluem a capacidade de criar as condições necessárias para a contabilização o reconhecimento público de todos aqueles que morreram, aqueles que foram presos e aqueles que estão ainda na prisão. Todos os que permanecem presos, muitos sob a acusação de crimes “contra a revolução” que foi removida do Código Criminal Chinês em 1997, deveriam ser imediatamente libertados, como primeiro passo na direcção da responsabilização.
A continuada perseguição de activistas e defensores de direitos humanos que reclamam por responsabilização deve cessar igualmente. Relativamente a este movimento referimos Zhang Shijun, que nesse tempo como soldado, participou na repressão militar em 1989 e que abertamente exigiu das autoridades uma reavaliação dos protestos pró democracia. De igual modo, tem sido recusado às Mães de Tiananmen o direito de livre e publicamente afirmarem o seu luto e enaltecerem as vítimas, com excepção de uma vez, em Maio de 2007, em que, sob vigilância policial, foi permitido a algumas Mães de Tiananmen efectuar uma breve cerimónia em sua memória, na Avenida Chang’an em Pequim. As promessas feitas de respeitar os direitos humanos devem ser colocadas em prática de forma consistente.Solicito que encare o 20º aniversário do massacre dos manifestantes pró democracia como uma oportunidade para acolher estes apelos por justiça. O estabelecimento de um inquérito aberto e independente sobre os acontecimentos constituirá igualmente um importante passo na concretização do Plano Nacional de Acção sobre os Direitos Humanos. Saúdo o lançamento do Plano de Acção mas a sua confirmação depende da sua cabal realização. Através da concretização de políticas consistentes sobre o avanço dos direitos humanos, o governo Chinês reafirma o seu compromisso com os objectivos do Plano e desempenha um papel de importância crescente na promoção e protecção dos direitos humanos em todo o mundo.
Com os meus cumprimentos,
AMNISTIA INTERNACIONAL PEDE INQUÉRITO SOBRE MASSACRE NA PRAÇA DE TIANANMEN
A Amnistia Internacional apresenta, esta terça-feira, uma carta aberta na qual pede às autoridades chinesas para promoverem um inquérito independente à repressão militar do movimento pró-democracia ocorrido há 20 anos na praça de Tiananmen.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
CORTE SUPREMA SUECA FAVORÁVEL À EXTRADIÇÃO DE RWANDÊS ACUSADO DE GENOCÍDIO
A decisão final será contudo tomada pelo ministério da justiça, em virtude da lei sueca sobre expulsões, precisou a magistrada encarregue do dossier na Corte Suprema, Tyri Ohman.
Nada no direito sueco nem europeu se opõe à extradição do presumível genocidiário, segundo o julgamento da mais alta juridisção sueca.
Sylvere Ahorugeze, um hutu de 53 anos, é suspeito de ter sido um chefe da milícia hutu Interahamwe e de estar implicado em 28 mortes de tutsis cometidos a 7 de Abril de 1994, factos que desmentem este antigo responsável do aeroporto de Kigali.

AMNISTIA INTERNACIONAL DESTACA CASO LEONOR CIPRIANO E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Estes «casos notórios de tortura e outras formas de maus-tratos», entre outras alegações de uso excessivo da força, são factores que «continuaram a causar preocupação» à AI durante o ano passado.
Na conclusão do julgamento do caso das agressões a Leonor Cipriano, três inspectores da Judiciária foram absolvidos da acusação de tortura, mas o tribunal deu como provado que as agressões existiram.

sábado, 23 de maio de 2009
CRIANÇAS ERAM RAPTADAS EM CAMPOS DE REFUGIADOS NO SRI LANKA
os como a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch.PRÍNCIPE TORTURADOR A CONTAS COM A JUSTIÇA
Primeiro, aterrorizaram-no com rajadas de metralhadora. Depois, espancaram-no com uma tábua cravejada com um prego. Seguiram-se os choques eléctricos. Para terminar, espalharam-lhe sal nas feridas abertas.
O comerciante afegão Mohammad Poor não esquecerá a tortura a que foi submetido, algures em 2005, pelo Sheik Issa Bin Zayed Al Nayhan - um príncipe do emirado de Abu Dhabi, filho do ex-presidente dos Emirados Árabes Unidos (EAU) - e por um grupo de agressores (que incluía um polícia).
Há um mês, as imagens dessa macabra sessão foram transmitidas pelo canal de televisão ABC. Seguiram-se os protestos de várias organizações humanitárias. Até que há dois dias - quatro anos depois do incidente - as autoridades dos EAU anunciaram que vão investigar o caso.
Contactados pelo Expresso, representantes da Amnistia Internacional (AI) nos EUA, congratulam-se com o comunicado, mas pedem que o processo seja independente.

quinta-feira, 21 de maio de 2009
A SEDE DA ASSOCIAÇÃO DE SURDOS DE APOIO A SURDOS DE MATOSINHOS FOI INAUGURADA PELO DR GUILHERME PINTO PRESIDENTE DA CMMATOSINHOS
Com estas novas instalações, a ASASM pretende prestar um maior apoio a portadores desta deficiência, nomeadamente criando centro de dia para idosos; apoiando os jovens na transição entre o fim da escolaridade e o início da vida activa; apoiando pais surdos com filhos ouvintes/falantes em regime de escolaridade, fazendo a ligação de comunicação entre a escola e os pais; proporcionando em regime de voluntariado apoio técnico e jurídico; aproximando a comunidade do concelho à comunidade surda, nomeadamente pelo ensino da linguagem gestual; e criando um grupo de teatro constituído por surdos, um espaço multicultural de partilha de saberes entre idosos e jovens, ateliers de decoração, pintura e gastronomia.
Recorde-se que os cidadãos portadores desta deficiência, pelas suas características, encontram dificuldades diárias de integração na sociedade. A dificuldade em comunicar é uma constante e favorece o isolamento destas pessoas que necessitam de uma atenção acrescida que favoreça a sua integração e minimize os obstáculos diários.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
LÍBIA INVESTIGADA PELA AMNISTIA INTERNACIONAL
A Amnistia Internacional vai enviar um grupo de observadores para a Líbia, para averiguar o respeito existente pelos direitos humanos, nomeadamente nas prisões, divulga a revista Jeune Afrique. A investigação abrange o caso recente do suicídio de um dos responsáveis de Al-Qaïda, que estava preso. Os membros do grupo devem, ainda, analisar as políticas estabelecidas para a questão da emigração clandestina.

MANUEL ALEGRE APRESENTA «DIGAM-ME COMO É UMA ÁRVORE»
São 384 páginas de um grito pela liberdade; 384 páginas onde as palavras servem para não esquecer o horror; 384 páginas que narram uma história que não deve ser esquecida.
Em «Digam-me Como É Uma Árvore», Marcos Ana, poeta e humanista espanhol, relata as suas memórias da prisão (23 anos encarcerado), do exílio e da luta pela liberdade. Na realidade, Fernando Macarro Castillo tornou-se num símbolo da solidariedade internacional e da luta antifranquista.

segunda-feira, 11 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
FLORES PARA DELARA DARABI
segunda-feira, 27 de abril de 2009
ADMINISTRAÇÃO VAI DIVULGAR FOTOS DOS ALEGADOS ABUSOS DE PRISIONEIROS

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: GOVERNO LANÇA TRÊS "PROJECTOS INOVADORES" PARA APOIAR VÍTIMAS E CONTROLAR AGRESSORES
DESPORTO: PARLAMENTO APROVA DIPLOMAS SOBRE DOPING E VIOLÊNCIA NO DESPORTO
sábado, 25 de abril de 2009
MILITANTES ABDICAM DE CONTROLO DE REGIÃO PRÓXIMA DA CAPITAL DO PAÍS

SOS RACISMO DENUNCIA DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS ROMENOS PELA CP EM MARCO DE CANAVEZES

CIGANOS SÃO PRINCIPAIS VÍTIMAS DE RACISMO NO BLOCO

OBAMA FAVORECE PAINEL INDEPENDENTE PARA INVESTIGAR TORTURA

RACISMO É "MUITO REAL" NA UE
Um inquérito divulgado em Bruxelas, quando decorre a conferência da ONU contra o racismo, em Genebra, revela que a discriminação, a perseguição e as violências de carácter racial estão muito mais espalhados que o que as estatísticas oficiais indicam", sublinhou Morten Kjaerum, director da Agência dos Direitos Fundamentais da UE, ao apresentar o estudo.
"Existe um problema de racismo em toda a UE e nós apresentamos provas àqueles países que o negam", reforçou Joanna Goodey, uma outra responsável desta agência, criada em 2007.
O inquérito foi realizado nos 27 Estados membros junto de 23.500 pessoas das minorias e dos grupos de imigrantes, indicaram.
"Além disso, 5.000 pessoas das populações maioritárias vivendo nas mesmas regiões das minorias foram interrogadas em 10 países europeus para permitir a comparação de alguns resultados", precisou Goodey.







