segunda-feira, 8 de junho de 2009

NÚMERO DE MULHERES VÍTIMAS DE TRÁFICO ESTÁ A AUMENTAR

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O número de mulheres que chegam a Portugal vítimas de tráfico, nomeadamente para exploração sexual, está a aumentar. Marta Pereira, responsável por um centro de acolhimento para estas situações, diz que a maioria fica com a auto-estima muito em baixo.
O número de mulheres que chegam a Portugal vítimas de tráfico, nomeadamente para exploração sexual, aumentou significativamente nos últimos meses, diz a responsável pelo centro de acolhimento e protecção a vítimas de tráfico e filhos menores.

DIREITOS HUMANOS: AMNISTIA INTERNACIONAL ENCENOU TIANANMEN NO ROSSIO

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A Amnistia Internacional (AI) recordou hoje no Rossio, em Lisboa, o massacre de Tiananmen, numa reencenação que pretendeu lembrar o sucedido às gerações mais jovens e deixar ao Governo recados sobre direitos humanos.
Maria Teresa Nogueira, da secção portuguesa da AI, disse à Agência Lusa que a iniciativa se destina a "relembrar os acontecimentos aos portugueses e aos chineses e também ao governo português, para que quando fizer acordos comerciais com a China, se lembre dos direitos humanos".
Cerca de duas dezenas de "vítimas" vestiram-se de branco, com fitas brancas na cabeça, e meia dúzia de "carrascos" vestiram camisolas com estrelas vermelhas e empunharam metralhadoras "kalashnikov" de esferovite, que apontaram de forma ameaçadora aos "manifestantes".

GUANTANAMO: AMNISTIA SAUDOU ESFORÇOS DA UNIÃO EUROPEIA

A organização de defesa dos direitos do homem Amnistia Internacional saudou o acordo conseguido quinta-feira na União Europeia sobre as condições de acolhimento dos ex-prisioneiros da prisão de Guantanamo, convidando os Estados Unidos a cumprir a sua parte.

MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA AINDA AFECTA MILHÕES DE MULHERES

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Estima-se que entre 110 e 140 milhões de mulheres e crianças tenham sido submetidas à mutilação genital feminina em todo o mundo.De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de três milhões estão em risco de serem submetidas a esta prática.

terça-feira, 2 de junho de 2009

4 DE JUNHO DE 2009 - 20º ANIVERSÁRIO DO MASSACRE DE TIANANMEN

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Nos primeiros meses de 1989 os estudantes universitários de Pequim começaram a mostrar a sua insatisfação perante a corrupção dos responsáveis chineses, exigindo reformas políticas e económicas. As suas revindicações suscitaram um apoio público crescente e a pouco e pouco começaram a ter lugar manifestações por toda a China. As autoridades não conseguiram deter este movimento e as tensões foram aumentando, principalmente em Pequim, até que em 20 de Maio foi imposta a lei marcial.

Na noite de 3 de Junho tropas fortemente armadas e centenas de tanques de guerra puseram-se em movimento em Pequim, para “limpar” os manifestantes pró-democracia. Muitos civis desarmados, incluindo crianças e idosos, foram mortos por disparos das tropas. Alguns eram meros curiosos que se encontravam nas ruas de acesso à Praça de Tiananmen, onde se concentravam os manifestantes. No dia 4 de Junho as tropas acabaram por controlar Pequim.

Num relatório oficial divulgado no fim de Junho de 1989, as autoridades chinesas reconheciam que mais de 3.000 civis tinham sido feridos e que mais de 200, incluindo 36 estudantes, tinham morrido. Embora os números exactos sejam desconhecidos, há inúmeros indícios de que os dados oficiais são demasiadamente baixos.

Imediatamente após a repressão militar começou uma caça a todos aqueles que podessem ter estado envolvidos nas manifestações. Muitos civis foram detidos, torturados e enviados para prisões após julgamentos injustos, sob a acusação de delitos “contra-revolucionários”. As famílias foram perseguidas passando a esconder que familiares seus tinham sido mortos ou estavam presos na sequência das manifestações pró-democracia. Embora já sejam toleradas as expressões de luto por parte das Mães de Tiananmen, dezenas de pessoas continuam detidas desde essa ocasião, muitos estão exilados.

Cada ano várias pessoas são detidas ou enviadas para Campos de Reeducação pelo Trabalho (detenção administrativa, sem julgamento) por tentarem assinalar publicamente o acontecimento. Um jornalista, Shi Tao, cumpre uma pena de 10 anos de prisão por ter enviado para os EUA, através da Yahoo, um resumo dum comunicado do Departamento Central de Propaganda da China com directivas sobre o modo como os jornalistas deveriam abordar o 15º aniversário da repressão na praça de Tiananmen. A Yahoo facultou a conta de utilizador ao Governo Chinês, o que constituiu uma das peças fundamentais da sua condenação em tribunal.


A AI está a promover a assinatura de um apelo dirigido ao Presidente da Comissão Permanente do Congresso Nacional Popular para que desencadeie um inquérito aberto e independente sobre os acontecimentos verificados em Junho de 1989. Assine o apelo A AI está a promover a assinatura de um apelo dirigido ao Presidente da Comissão Permanente do Congresso Nacional Popular para que desencadeie um inquérito aberto e independente sobre os acontecimentos verificados em Junho de 1989.
Assine e divulgue.


Tradução do apelo a enviar às autoridades

Presidente da Comissão Permanente doCongresso Nacional PopularWu Bangguo Weiyuanzhang

Senhor Presidente,

Há 20 anos, o Governo Chinês desencadeou em 3 e 4 de Junho uma operação militar contra manifestantes pacíficos que se encontravam na Praça Tiananmen e em seu redor, de que resultaram centenas de mortos e feridos. Reconhecendo que o governo Chinês fez significativos progressos desde então, particularmente nas áreas económica e dos direitos sociais e culturais, graves violações de direitos humanos como as ocorridas em Junho de 1989 não podem ficar sem resposta e deveriam ser reconhecidas se a China pretende pôr em prática os compromissos respeitantes aos direitos humanos que fez no recentemente divulgado Plano Nacional de Acção sobre Direitos Humanos.
Escrevo esta mensagem para instar a Comissão Permanente do Congresso Nacional Popular para que desencadeie um inquérito aberto e independente sobre os acontecimentos verificados em Junho de 1989. Continuar a calar as vozes que internamente apelam para que seja feita Justiça não se enquadra nos interesses de uma sociedade harmoniosa e não está de acordo com os objectivos estabelecidos no Plano de Acção do Governo Chinês.
Os poderes do Congresso Nacional Popular incluem a capacidade de criar as condições necessárias para a contabilização o reconhecimento público de todos aqueles que morreram, aqueles que foram presos e aqueles que estão ainda na prisão. Todos os que permanecem presos, muitos sob a acusação de crimes “contra a revolução” que foi removida do Código Criminal Chinês em 1997, deveriam ser imediatamente libertados, como primeiro passo na direcção da responsabilização.

A continuada perseguição de activistas e defensores de direitos humanos que reclamam por responsabilização deve cessar igualmente. Relativamente a este movimento referimos Zhang Shijun, que nesse tempo como soldado, participou na repressão militar em 1989 e que abertamente exigiu das autoridades uma reavaliação dos protestos pró democracia. De igual modo, tem sido recusado às Mães de Tiananmen o direito de livre e publicamente afirmarem o seu luto e enaltecerem as vítimas, com excepção de uma vez, em Maio de 2007, em que, sob vigilância policial, foi permitido a algumas Mães de Tiananmen efectuar uma breve cerimónia em sua memória, na Avenida Chang’an em Pequim. As promessas feitas de respeitar os direitos humanos devem ser colocadas em prática de forma consistente.Solicito que encare o 20º aniversário do massacre dos manifestantes pró democracia como uma oportunidade para acolher estes apelos por justiça. O estabelecimento de um inquérito aberto e independente sobre os acontecimentos constituirá igualmente um importante passo na concretização do Plano Nacional de Acção sobre os Direitos Humanos. Saúdo o lançamento do Plano de Acção mas a sua confirmação depende da sua cabal realização. Através da concretização de políticas consistentes sobre o avanço dos direitos humanos, o governo Chinês reafirma o seu compromisso com os objectivos do Plano e desempenha um papel de importância crescente na promoção e protecção dos direitos humanos em todo o mundo.

Com os meus cumprimentos,

AMNISTIA INTERNACIONAL PEDE INQUÉRITO SOBRE MASSACRE NA PRAÇA DE TIANANMEN

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Declaraçoes de Teresa Nogueira (coordenadora do co-grupo da China da AI Portugal) à TSF

A Amnistia Internacional apresenta, esta terça-feira, uma carta aberta na qual pede às autoridades chinesas para promoverem um inquérito independente à repressão militar do movimento pró-democracia ocorrido há 20 anos na praça de Tiananmen.





segunda-feira, 1 de junho de 2009

CORTE SUPREMA SUECA FAVORÁVEL À EXTRADIÇÃO DE RWANDÊS ACUSADO DE GENOCÍDIO


A Corte Suprema sueca pronunciou-se à favor da extradição para o Rwanda de Sylvere Ahorugeze, antigo director da aviação civil rwandesa suspeito de ter participado no genocídio de 1994, soube-se hoje (quarta-feira) de fonte judiciária.
A decisão final será contudo tomada pelo ministério da justiça, em virtude da lei sueca sobre expulsões, precisou a magistrada encarregue do dossier na Corte Suprema, Tyri Ohman.
Nada no direito sueco nem europeu se opõe à extradição do presumível genocidiário, segundo o julgamento da mais alta juridisção sueca.
Sylvere Ahorugeze, um hutu de 53 anos, é suspeito de ter sido um chefe da milícia hutu Interahamwe e de estar implicado em 28 mortes de tutsis cometidos a 7 de Abril de 1994, factos que desmentem este antigo responsável do aeroporto de Kigali.



AMNISTIA INTERNACIONAL DESTACA CASO LEONOR CIPRIANO E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Os casos das agressões a Leonor Cipriano, condenada pela morte da filha, durante um interrogatório conduzido pela Polícia Judiciária e a um recluso do Estabelecimento Prisional de Lisboa por parte dos guardas prisionais resultaram em processos judiciais que «avançaram lentamente», considera a organização.
Estes «casos notórios de tortura e outras formas de maus-tratos», entre outras alegações de uso excessivo da força, são factores que «continuaram a causar preocupação» à AI durante o ano passado.
Na conclusão do julgamento do caso das agressões a Leonor Cipriano, três inspectores da Judiciária foram absolvidos da acusação de tortura, mas o tribunal deu como provado que as agressões existiram.




sábado, 23 de maio de 2009

CRIANÇAS ERAM RAPTADAS EM CAMPOS DE REFUGIADOS NO SRI LANKA

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Crianças foram raptadas de campos de deslocados no Sri Lanka com a aprovação das autoridades, que suspeitavam que algumas tinham combatido pelos Tigres de Libertação do Eelam Tâmil (LTTE) e queriam usá-las para encontrar outros combatentes, afirmaram hoje grupos de defesa dos direitos humanos.A Coligação Contra as Crianças Soldado, sedeada em Londres, disse dispor de informações verificadas que dão conta de raptos em vários campos da região de Vavuniya, no Norte. Muitos dos raptos terão sido levados a cabo por paramilitares tâmiles aliados às autoridades de Colombo no combate ao LTTE, diz a organização, que reagrupa organizações não governamentais (ONG) e de direitos humanos como a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch.

PRÍNCIPE TORTURADOR A CONTAS COM A JUSTIÇA

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Imagens transmitidas nos EUA provam que Issa, além de príncipe, é um torturador. Depois de anos de impunidade, será finalmente investigado.
Primeiro, aterrorizaram-no com rajadas de metralhadora. Depois, espancaram-no com uma tábua cravejada com um prego. Seguiram-se os choques eléctricos. Para terminar, espalharam-lhe sal nas feridas abertas.
O comerciante afegão Mohammad Poor não esquecerá a tortura a que foi submetido, algures em 2005, pelo Sheik Issa Bin Zayed Al Nayhan - um príncipe do emirado de Abu Dhabi, filho do ex-presidente dos Emirados Árabes Unidos (EAU) - e por um grupo de agressores (que incluía um polícia).
Há um mês, as imagens dessa macabra sessão foram transmitidas pelo canal de televisão ABC. Seguiram-se os protestos de várias organizações humanitárias. Até que há dois dias - quatro anos depois do incidente - as autoridades dos EAU anunciaram que vão investigar o caso.
Contactados pelo Expresso, representantes da Amnistia Internacional (AI) nos EUA, congratulam-se com o comunicado, mas pedem que o processo seja independente.





quinta-feira, 21 de maio de 2009

A SEDE DA ASSOCIAÇÃO DE SURDOS DE APOIO A SURDOS DE MATOSINHOS FOI INAUGURADA PELO DR GUILHERME PINTO PRESIDENTE DA CMMATOSINHOS

A ASAM foi constituída em Novembro de 2007 e é uma associação de solidariedade social cujo objectivo principal é promover a defesa dos direitos e interesses dos surdos, procurando agilizar procedimentos e apoios para facilitar o seu dia-a-dia. Em média, esta Associação apoia cerca de 50 associados surdos.
Com estas novas instalações, a ASASM pretende prestar um maior apoio a portadores desta deficiência, nomeadamente criando centro de dia para idosos; apoiando os jovens na transição entre o fim da escolaridade e o início da vida activa; apoiando pais surdos com filhos ouvintes/falantes em regime de escolaridade, fazendo a ligação de comunicação entre a escola e os pais; proporcionando em regime de voluntariado apoio técnico e jurídico; aproximando a comunidade do concelho à comunidade surda, nomeadamente pelo ensino da linguagem gestual; e criando um grupo de teatro constituído por surdos, um espaço multicultural de partilha de saberes entre idosos e jovens, ateliers de decoração, pintura e gastronomia.
Recorde-se que os cidadãos portadores desta deficiência, pelas suas características, encontram dificuldades diárias de integração na sociedade. A dificuldade em comunicar é uma constante e favorece o isolamento destas pessoas que necessitam de uma atenção acrescida que favoreça a sua integração e minimize os obstáculos diários.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

LÍBIA INVESTIGADA PELA AMNISTIA INTERNACIONAL

A organização vai passar uma semana na Líbia. A investigação visa avaliar as condições em que vivem os detidos e a situação dos emigrantes ilegais

A Amnistia Internacional vai enviar um grupo de observadores para a Líbia, para averiguar o respeito existente pelos direitos humanos, nomeadamente nas prisões, divulga a revista Jeune Afrique. A investigação abrange o caso recente do suicídio de um dos responsáveis de Al-Qaïda, que estava preso. Os membros do grupo devem, ainda, analisar as políticas estabelecidas para a questão da emigração clandestina.

MANUEL ALEGRE APRESENTA «DIGAM-ME COMO É UMA ÁRVORE»

Manuel Alegre vai apresentar no próximo dia 28 de Maio o livro «Digam-me Como É Uma Árvore», de Marcos Ana (pseudónio de (Fernando Macarro Castillo). Editado pela Guerra & Paz, a cerimónia está agendada para o Instituto Cervantes de Lisboa e vai contar com a presença do escritor.
São 384 páginas de um grito pela liberdade; 384 páginas onde as palavras servem para não esquecer o horror; 384 páginas que narram uma história que não deve ser esquecida.
Em «Digam-me Como É Uma Árvore», Marcos Ana, poeta e humanista espanhol, relata as suas memórias da prisão (23 anos encarcerado), do exílio e da luta pela liberdade. Na realidade, Fernando Macarro Castillo tornou-se num símbolo da solidariedade internacional e da luta antifranquista.



sábado, 9 de maio de 2009

FLORES PARA DELARA DARABI

Proteste contra a execução de Delara Darabi e ajude-nos a prevenir a execução de outros jovens no Irão. Envie a imagem em anexo para o Embaixador do Irão em Portugal.
Copiar a imagem, colar no corpo do email e enviar para:

AGRADECEMOS A TODOS OS QUE COLABORARAM NA PETIÇÃO



segunda-feira, 27 de abril de 2009

NÚCLEO DE MATOSINHOS DA AMNISTIA INTERNACIONAL NA FEIRA DO ASSOCIATIVISMO DE MATOSINHOS

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ADMINISTRAÇÃO VAI DIVULGAR FOTOS DOS ALEGADOS ABUSOS DE PRISIONEIROS

Depois da divulgação dos memorandos secretos descrevendo as sessões de interrogatório conduzidas pela CIA, o que faltava ao debate público sobre as alegadas práticas de tortura contra suspeitos de terrorismo detidos pelos Estados Unidos eram as imagens. E já não será preciso esperar muito para ver o que aconteceu a alguns dos prisioneiros a cargo dos Estados Unidos: a Administração Obama concordou divulgar uma colecção de milhares fotografias tiradas entre 2001 e 2006 no Iraque e Afeganistão.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: GOVERNO LANÇA TRÊS "PROJECTOS INOVADORES" PARA APOIAR VÍTIMAS E CONTROLAR AGRESSORES

Vai permitir a fiscalização do agressor através de uma pulseira que emite sinais de rádio frequência enquanto a vítima possui em sua casa uma unidade de monitorização, visando possibilitar alertá-la a ela e às autoridades da proximidade de uma agressão iminente.

DESPORTO: PARLAMENTO APROVA DIPLOMAS SOBRE DOPING E VIOLÊNCIA NO DESPORTO

Os regimes jurídicos do combate à violência, racismo, xenofobia e intolerância nos espectáculos desportivos e da luta contra a dopagem foram hoje aprovados na Assembleia da República, sem votos contra na votação final.


sábado, 25 de abril de 2009

O NÚCLEO DE MATOSINHOS DA AMNISTIA INTERNACIONAL ESTÁ PRESENTE NA FEIRA DO ASSOCIATIVISMO EM MATOSINHOS. VISITA-NOS E NO LOCAL...

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... PODES ASSINAR O APELO URGENTE

... ADERIR À AMNISTIA INTERNACIONAL




MILITANTES ABDICAM DE CONTROLO DE REGIÃO PRÓXIMA DA CAPITAL DO PAÍS

Os extremistas taliban que durante os últimos dias chegaram a controlar o distrito de Buner, no Noroeste do Paquistão, completaram ao final da tarde a retirada desta região a escassos 100 km da capital. Após a manifestação de forte preocupação pela comunidade internacional, Washington pressionou Islamabad, que acabou por decidir enviar um contingente militar para Bruner.

SOS RACISMO DENUNCIA DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS ROMENOS PELA CP EM MARCO DE CANAVEZES

O núcleo do Porto da associação SOS Racismo diz ter recebido ontem a denúncia de que cinco a seis indivíduos romenos, supostamente de etnia cigana, terão sido impedidos de viajar num comboio da CP-Comboios de Portugal que fazia o percurso Pocinho-Porto.Segundo um comunicado da associação, o grupo entrou no comboio na estação de Marco de Canavezes por volta das 19h40, “transportando vários volumes”. Assim que entraram na carruagem o revisor “quis impedir a sua permanência no comboio”.

CIGANOS SÃO PRINCIPAIS VÍTIMAS DE RACISMO NO BLOCO

Na mesma semana em que a ONU (Organização das Nações Unidas) reuniu líderes mundiais para debater a intolerância, um estudo europeu concluiu que o racismo e a discriminação nos países da União Europeia (UE) são mais comuns do que se pensava. O levantamento, elaborado pela Agência de Direitos Fundamentais da UE, concluiu ainda que os roma, ou ciganos, são o principal alvo da segregação social, com um em cada quatro dizendo ter sido atacado, molestado ou ameaçado quatro vezes em um período de 12 meses.




OBAMA FAVORECE PAINEL INDEPENDENTE PARA INVESTIGAR TORTURA

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, considera útil a constituição de uma comissão independente e bipartidária, semelhante àquela que investigou os atentados do 11 de Setembro de 2001, que possa averiguar as responsabilidades dos dirigentes da Administração Bush pelo recurso aos métodos "duros" de interrogatório aplicados pelas forças norte-americanas e que já foram denunciados como tortura pela Casa Branca.Foi o primeiro sinal de uma importante mudança de posição por parte do Presidente americano, que depois de decidir desclassificar e tornar públicos uma série de memorandos secretos relatando as sessões de interrogatório de suspeitos de terrorismo detidos pelos Estados Unidos, prometeu não actuar judicialmente contra aqueles que estiveram envolvidos na autorização e execução dessa política.




RACISMO É "MUITO REAL" NA UE

O racismo e as discriminações são muito reais na União Europeia, mas as vítimas não apresentam queixa por resignação ou medo.
Um inquérito divulgado em Bruxelas, quando decorre a conferência da ONU contra o racismo, em Genebra, revela que a discriminação, a perseguição e as violências de carácter racial estão muito mais espalhados que o que as estatísticas oficiais indicam", sublinhou Morten Kjaerum, director da Agência dos Direitos Fundamentais da UE, ao apresentar o estudo.
"Existe um problema de racismo em toda a UE e nós apresentamos provas àqueles países que o negam", reforçou Joanna Goodey, uma outra responsável desta agência, criada em 2007.
O inquérito foi realizado nos 27 Estados membros junto de 23.500 pessoas das minorias e dos grupos de imigrantes, indicaram.
"Além disso, 5.000 pessoas das populações maioritárias vivendo nas mesmas regiões das minorias foram interrogadas em 10 países europeus para permitir a comparação de alguns resultados", precisou Goodey.

SEVILHA/RACISMO: LUTA CONTRA DISCRIMINAÇÃO É "TAREFA PARA UMA GERAÇÃO"

O Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações, Jorge Sampaio, defendeu hoje, em Sevilha, a importância de uma "boa gestão da diversidade cultural" na Europa, considerando que a luta contra a discriminação é "tarefa para uma geração".