domingo, 27 de maio de 2007

APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO NÚCLEO DE MATOSINHOS DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL

Amnistia Internacional Portugal

No dia 26 de Maio de 2007, pelas 15:30 horas, no salão Nobre da Junta de Freguesia de Matosinhos o Núcleo de Matosinhos da Amnistia Internacional Portugal fez a sua apresentação.




































Contou com a presença do Sr Dr. Miguel Costa em representação da Sr Governadora Civil do Porto, do Sr Dr. Guilherme Pinto Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, do Sr António Parada Presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos, do Pedro Patraquim em representação da Direcção da Amnistia Internacional Portugal e de Teresa Nogueira Coordenadora do Grupo da China.









































O Núcleo de Matosinhos agradece a excepcional colaboração da Dr.ª Isabel Campos e Dr.ª Cláudia Dias que com as crianças da Ludoteca de Matosinhos trabalharam uma notável representação de uma História dos Direitos da Crianças. A esses pequenos / grandes actores aqui fica lavrada a nossa gratidão pela memorável representação com que nos diliciaram.































O Núcleo agradece ainda a presença de todas e todos os que com a sua presença nos honraram.











.O nosso muito obrigada!


pode ler no Matosinhos Hoje

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pode ler no Primeiro de Janeiro
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

GUANTANAMO: AMNISTIA INTERNACIONAL CHOCADA

A Amnistia Internacional (AI) declarou este terça-feira estar «chocada» com a decisão do Tribunal Federal de Washington de negar aos presos na base naval de Guantanamo (Cuba) acesso ao sistema judiciário norte-americano.


«É um direito de qualquer detido contestar a legalidade da sua situação, de acordo com os princípios fundamentais da legislação internacional», salientou a AI, num comunicado distribuído em Londres.
«É chocante e merece contestação o facto de uma instituição legal e um juiz porem em causa a protecção contra a detenção arbitrária e secreta, a tortura e os maus-tratos», acrescenta o texto da organização de defesa dos direitos humanos.
O tribunal rejeitou uma petição dos detidos naquela base por suspeita de terrorismo, considerando que, enquanto estrangeiros, não podem ter acesso ao sistema judiciário norte-americano.
Para a AI, «todos os reclusos em Guantanamo estão ilegalmente detidos e têm de ser levados perante a justiça, em processos equitativos».
A organização defende o encerramento daquela base e a libertação dos cerca de 400 indivíduos lá detidos.

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